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Excesso de gases: sintomas, causas e tratamentos

A produção e eliminação de gases são processos naturais do sistema digestivo, desempenhando um papel essencial na decomposição de alimentos. No entanto, quando o excesso de gases causa desconforto significativo, pode suscitar preocupações sobre a saúde gastrointestinal.

Neste contexto, exploraremos os diversos aspectos relacionados ao excesso de gases, desde os sintomas associados até as possíveis causas subjacentes. Abordaremos estratégias de alívio, considerando tanto modificações na dieta quanto opções médicas. 

Além disso, examinaremos quando o excesso de gases pode indicar condições mais sérias, ressaltando a importância de procurar orientação profissional para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.

Sintomas

O excesso de gases no estômago pode manifestar-se através de uma variedade de sintomas, alguns dos quais podem ser confundidos com outros problemas de saúde. É crucial estar atento aos sinais indicativos de que o organismo está produzindo gases em excesso. Alguns desses sintomas incluem:

  • distensão abdominal: a sensação de barriga inchada ou estufada é comum quando há acúmulo de gases no estômago;
  • mal estar geral: sentir-se desconfortável ou indisposto pode ser um indício de que o corpo está lidando com excesso de gases;
  • dor no peito: algumas pessoas experimentam dor no peito, que pode ser confundida com sintomas cardíacos;
  • perda de apetite: o excesso de gases também pode afetar o apetite, levando à perda de interesse na alimentação;
  • azia: esses sintomas podem surgir em decorrência do acúmulo de gases no estômago;
  • falta de ar: a compressão dos órgãos adjacentes devido ao excesso de gases pode causar a sensação de falta de ar;
  • barriga dura e dor abdominal: pontadas e dores abdominais são sintomas comuns relacionados ao excesso de gases;
  • prisão de ventre: a retenção de gases pode levar inconsistências intestinais;
  • arrotos frequentes: a liberação frequente de ar pela boca pode indicar que há gases presentes no sistema digestivo;
  • flatulência: a liberação de gases pode ocorrer tanto pelo arroto quanto pela flatulência.

Entender e reconhecer esses sintomas é essencial para um diagnóstico preciso e a implementação de medidas adequadas para aliviar o excesso de gases no estômago. No próximo tópico, abordaremos possíveis tratamentos e estratégias para lidar com essa condição.

Causas do excesso de gases

O excesso de gases no estômago pode ser resultado de diversos fatores, tanto hábitos cotidianos quanto condições médicas específicas. Aqui estão algumas das principais causas do acúmulo de gases:

Hábitos diários:

  • fumo: o hábito de fumar pode contribuir para o aumento da produção de gases no estômago;
  • falar em demasia durante refeições: engolir ar enquanto fala pode levar à acumulação de gases;
  • ingestão de bebidas gaseificadas: refrigerantes e outras bebidas com gás podem introduzir ar no sistema digestivo;
  • mastigação de chicletes: a ação de mascar chicletes frequentemente pode resultar na ingestão excessiva de ar;
  • beber líquidos com canudo: utilizar canudos pode aumentar a quantidade de ar ingerido.

Medicamentos e condições de saúde:

  • uso de alguns medicamentos: certos antibióticos e antiácidos podem contribuir para o excesso de gases;
  • diarreia e prisão de ventre: ambas as condições podem influenciar a produção e retenção de gases;
  • intolerância à lactose: a incapacidade de digerir lactose pode levar ao acúmulo de gases no estômago;
  • doenças gastrointestinais crônicas: condições, como diverticulite, colite ulcerativa, doença de crohn e doença celíaca podem estar associadas ao excesso de gases,
  • alterações na microbiota: mudanças na “flora” bacteriana do estômago ou intestino delgado podem levar à formação excessiva de gases;
  • doença celíaca ou sensibilidade ao glúten: em casos de doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, o organismo pode não conseguir decompor adequadamente certos nutrientes, resultando em excesso de gases.

Alimentação:

  • certos alimentos como: feijão, frutas, vegetais, grãos integrais, leite e derivados, podem contribuir para a produção de gases durante a digestão.

Entender essas causas é fundamental para identificar e abordar eficazmente o excesso de gases no estômago. No próximo tópico, discutiremos opções de tratamento e estratégias para aliviar essa condição.

Alimentos que causam gases

A seleção cuidadosa dos alimentos desempenha um papel crucial na produção de gases no sistema digestivo. Certos alimentos são reconhecidos por sua propensão a gerar gases durante a digestão, especialmente aqueles classificados como FODMAPs, uma sigla, que tem tradução livre para oligossacarídeos, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis (carboidratos fermentáveis). Vamos explorar essa categoria:

Frutas:

  • maçã;
  • peras;
  • manga;
  • entre outras.

Vegetais:

  • cebola;
  • alho;
  • brócolis;
  • couve-flor;
  • repolho;
  • aspargos;
  • entre outros.

Oleaginosas:

  • amêndoas;
  • castanhas;
  • pistaches;
  • entre outras.

Leguminosas:

  • feijões;
  • lentilhas;
  • grão de bico;
  • entre outras.

Leites e derivados:

  • leite;
  • queijo;
  • iogurte;
  • entre outros.

Farinhas:

  • trigo;
  • centeio;
  • entre outras com glúten.

Entender e monitorar o consumo desses alimentos, especialmente se você for sensível aos FODMAPs, pode ser crucial para reduzir o acúmulo de gases no sistema digestivo. Consultar um profissional de saúde ou nutricionista para orientação personalizada também é recomendado.

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Como acabar com os gases?

Apesar de a liberação natural de gases ser uma função corporal comum, por vezes, fatores diversos podem dificultar esse processo. No entanto, existem abordagens simples que podem acelerar a eliminação de gases e proporcionar alívio imediato. Aqui estão algumas dicas práticas:

  • praticar atividades físicas leves;
  • fazer massagem abdominal;
  • hidratar-se;
  • consumir chás, como gengibre, erva-doce, erva-cidreira, carqueja, funcho ou hortelã;
  • incluir frutas, como abacaxi, especialmente após as refeições;
  • manter um consumo adequado de água diariamente (entre 1,5 l a 2 l);
  • incorporar legumes ricos em água na dieta;
  • consumir iogurte kefir ou natural, desde que contenha bífidos ou lactobacilos, pode ser benéfico para a saúde digestiva.

Essas estratégias simples podem ser eficazes para eliminar gases e aliviar desconfortos, proporcionando uma abordagem natural e holística para o bem-estar digestivo.

Tratamento

O tratamento para reduzir gases no estômago pode envolver uma combinação de estratégias direcionadas a minimizar a produção excessiva de gases e promover um sistema digestivo mais saudável. Aqui estão algumas abordagens eficazes:

Dieta low FODMAP

A dieta Low FODMAP é uma abordagem que visa reduzir a ingestão de certos carboidratos fermentáveis. Essa dieta, orientada por um nutricionista, pode ajudar a aliviar sintomas de gases em pessoas sensíveis aos FODMAPs.

Probióticos

Suplementos probióticos, contendo bactérias benéficas, podem ser benéficos para equilibrar a flora intestinal e reduzir a formação de gases. O uso de suplementos prebióticos também é interessante.

Hidratação adequada

Consumir uma quantidade adequada de água diariamente pode favorecer o processo digestivo e reduzir o desconforto associado aos gases.

Exercícios físicos

Incorporar atividades físicas leves, como caminhadas, pode estimular a movimentação dos gases no sistema digestivo.

Acompanhamento profissional

Consultar um nutricionista para orientação específica em relação à dieta e à identificação de gatilhos alimentares. Buscar a orientação de um profissional de saúde para avaliar condições gastrointestinais subjacentes e receber orientação personalizada.

Medicamentos

Existem medicamentos disponíveis, como simeticona, que ajudam a reduzir a formação e a facilitar a eliminação de gases no trato digestivo. Antiespasmódicos podem ser prescritos para aliviar a dor associada a cólicas gastrointestinais.

Quando o excesso de gases é preocupante?

O aumento ocasional de gases é uma parte normal do processo digestivo, mas em certas circunstâncias, o excesso persistente pode apontar para problemas de saúde subjacentes que merecem atenção especial. Identificar quando o excesso de gases pode indicar um problema mais sério é crucial para uma abordagem de cuidados adequada.

Um dos sinais de alerta é a presença de dor intensa e persistente associada aos gases. Se essa dor for aguda e constante, pode ser indicativo de condições médicas mais sérias, como síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal ou até mesmo obstrução intestinal.

Alterações significativas no padrão intestinal também são dignas de nota. Se o excesso de gases vier acompanhado de diarreia persistente ou, inversamente, de prisão de ventre prolongada, é aconselhável procurar a opinião de um profissional de saúde.

A perda de peso inexplicada é outro sinal que merece atenção. Se o excesso de gases estiver associado a uma diminuição significativa no peso corporal, pode ser indicativo de problemas gastrointestinais mais graves.

A presença de sangramento gastrointestinal é uma preocupação séria. Qualquer sinal de sangue nas fezes ou sangramento retal deve ser investigado imediatamente, pois pode indicar condições médicas que requerem tratamento imediato.

Referências

Com o objetivo de oferecer informações precisas e relevantes, o conteúdo foi escrito pela equipe Ocean Drop e cuidadosamente revisado pela nutricionista Suelen Santos da Costa, CRN10 7816. Suelen é graduada pela Universidade Federal de Pelotas e possui Pós-Graduação em Nutrição Clínica Funcional pela VP Centro de Nutrição Funcional.

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