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A importância da creatina na menopausa: o que você precisa saber

Além de marcar o fim da fertilidade, a menopausa vem acompanhada por uma série de alterações físicas e hormonais. Trata-se de uma transformação natural que ocorre na vida de todas as mulheres. Mas, apesar de natural, essas mudanças frequentemente têm implicações significativas na saúde óssea, muscular e metabólica feminina.

Em meio às diversas estratégias e recursos para gerenciar os sintomas da menopausa, a suplementação de creatina surge como uma opção válida para beneficiar as mulheres. Seja na preservação da massa muscular ou no fortalecimento ósseo, a verdade é que a creatina pode ser uma aliada valiosa para a saúde da mulher nesta fase da vida. Saiba tudo sobre a importância da creatina na menopausa a seguir.

O que é a creatina?

Uma substância natural produzida pelo corpo a partir dos aminoácidos, a creatina também é encontrada em pequenas quantidades nos alimentos de origem animal. No organismo, ela é armazenada principalmente nos músculos e utilizada como fonte rápida de energia durante atividades físicas de alta intensidade.

O que é creatina e a sua importância para a saúde vai além da otimização do desempenho atlético. Devido às suas propriedades ergogênicas e potenciais benefícios terapêuticos, a creatina é um dos suplementos mais pesquisados e utilizados no mundo inteiro, não somente por atletas, mas pela população em geral.

O que é a menopausa?

A menopausa é popularmente conhecida como a fase que marca o fim da fertilidade da mulher. No entanto, a menopausa é na verdade o momento que marca a última menstruação da vida de uma mulher, ou seja, a menopausa é um evento único. O que as pessoas chamam de menopausa na realidade é o climatério, que é um período mais amplo que abrange a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva na vida de uma mulher.

Em resumo, enquanto a menopausa é um evento pontual (fim da menstruação), o climatério é uma fase de transição que inclui vários anos antes e depois da menopausa.

O climatério engloba a perimenopausa (antes da menopausa), a menopausa em si, e a pós-menopausa (após a última menstruação). Esta transição normalmente ocorre entre os 45 e 55 anos de idade, mas pode variar. Trata-se de um processo gradual, que produz diversos sintomas como consequência das alterações hormonais. Os sintomas comuns incluem:

  • ondas de calor; 
  • suores noturnos; 
  • secura vaginal; 
  • mudanças de humor; 
  • dificuldades para dormir; 
  • ganho de peso; 
  • diminuição da densidade óssea, etc.

Além dos sintomas imediatos, parar de ovular pode afetar a saúde feminina a longo prazo, aumentando o risco de condições como osteoporose, doenças cardiovasculares e declínio cognitivo. 

Para que serve e quais os benefícios da creatina na menopausa

Por ser armazenada principalmente nos músculos, a creatina é frequentemente usada como suplemento por atletas ou praticantes de exercícios para melhora do desempenho e aumento da massa muscular. Mas, estudos recentes têm demonstrado que a creatina pode ser benéfica para atenuar algumas consequências da menopausa.

Alguns dos benefícios da creatina na menopausa, apontados em estudos *, incluem: 

  • preservação e ganho de massa muscular, importante para evitar a sarcopenia;
  • manutenção da massa óssea, que pode auxiliar na prevenção da osteoporose;
  • benefícios cognitivos, que auxilia no declínio cognitivo típico da menopausa.

Como escolher a melhor creatina para a menopausa

Ao considerar a suplementação, pode surgir a dúvida sobre qual a melhor creatina para menopausa. Existem diversos tipos de creatina no mercado, mas a creatina monohidratada é o tipo mais amplamente estudado e reconhecido pela eficácia. 

Os estudos com a creatina monohidratada não abrangem apenas o desempenho esportivo de atletas, mas também benefícios potenciais para a saúde em geral, incluindo questões associadas à menopausa. Além desse tipo de creatina ter uma vasta base de evidências científicas que apoiam seus benefícios, a creatina monohidratada é bem absorvida pelo organismo e por isso é frequentemente recomendada como a melhor escolha para a maioria das pessoas. 

Vale reforçar que é essencial consultar um nutricionista ou médico antes de iniciar qualquer suplementação, para garantir que a escolha seja eficiente, segura e adequada ao contexto de saúde da mulher.

Como tomar creatina na menopausa

Assim como em qualquer idade, quem tem mais de 50 anos pode tomar creatina, mas com algumas considerações. Ao avaliar como tomar creatina na menopausa, é essencial considerar a dosagem, o horário e o estado de saúde atual da mulher. 

De forma geral, a dose recomendada de creatina para adultos é de 3 a 5 gramas por dia. No entanto, para mulheres no climatério pode ser interessante iniciar com uma dose mais baixa e gradualmente aumentá-la, sob supervisão de um médico ou nutricionista.

Não existe um melhor horário para tomar creatina, mas muitas pessoas optam por tomar após o exercício para maximizar a absorção muscular. Embora muitas mulheres com mais de 50 anos possam se beneficiar da creatina, é essencial considerar a individualidade de cada uma e contar com um profissional de saúde para orientar a dosagem e melhor forma de consumo. 

Por fim, tomar creatina pode ajudar principalmente na manutenção da massa muscular e na potencialização da energia e isso pode ser particularmente benéfico para mulheres na menopausa. 

Texto escrito por Rafaela Galvão, graduada em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SUL e também em Nutrição pela UNISUL. Desde 2016 trabalha em projetos de comunicação direcionados para a área da saúde.

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