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Para que serve a tiamina

Esta foi a primeira vitamina do complexo B descoberta e estudada por cientistas e, é por isso que a tiamina também é denominada vitamina B1. Estudos revelam que essa vitamina desperta o interesse de biólogos, médicos e bioquímicos há mais de 70 anos em função da sua participação nos principais processos bioquímicos e fisiológicos do corpo. Mas afinal, para que serve a tiamina?

Ela está principalmente envolvida no metabolismo dos carboidratos além de ser fundamental para a função normal de todos os órgãos e tecidos do corpo. Para se ter uma noção da sua importância, a deficiência dessa vitamina pode levar a óbito em alguns casos. Sem mais delongas, descubra a seguir tudo que você precisa saber sobre essa surpreendente vitamina do complexo B!

O que é tiamina

Trata-se de uma vitamina do complexo B que é solúvel em água assim como as demais, portanto ela é facilmente excretada pelo organismo. Mas esse não é o ponto mais relevante sobre ela! A vitamina B1 desempenha um papel em vários processos biológicos, principalmente no metabolismo da glicose. Na verdade, essa vitamina é crucial para a transformação de carboidratos em energia dentro da célula, bem como para o processo de gliconeogênese. A gliconeogênese é a rota metabólica que sintetiza glicose a partir de substratos não carboidratos.

Para que serve a tiamina

Em primeiro lugar, de acordo com estudos, a tiamina é um precursor do difosfato de tiamina, que é uma coenzima para mais de 20 enzimas que estão envolvidas em processos celulares que levam à síntese de ATP. Além de permitir que o corpo use os carboidratos como fonte de energia de maneira eficiente, a tiamina desempenha também um papel fundamental na função nervosa, muscular, cardíaca e imune. A verdade é que possivelmente todo o complexo b aumenta a imunidade por participar das principais funções celulares.

Segundo estudos, devido ao seu papel crítico na síntese oxidativa de ATP, a vitamina B1 é essencial para o bom funcionamento de vários órgãos e tecidos. A deficiência de tiamina pode, portanto, ter inúmeros efeitos clínicos.

Apesar de principalmente atuar como cofator enzimático, descobertas recentes mostram que essa vitamina age também no processo de regulação da expressão gênica e na resposta ao estresse. Estudos revelam que o papel da tiamina em pacientes críticos ganhou destaque recentemente, especialmente em casos de choque séptico, doença renal terminal, insuficiência cardíaca, queimaduras graves e cirurgias de grande porte.

A verdade é que há muitos benefícios da tiamina para a saúde geral e também em condições específicas como:

Demência e Alzheimer

Pesquisas indicam que a deficiência de tiamina está associada a diversos problemas neurológicos, como déficits cognitivos e encefalopatia. Há múltiplas semelhanças entre a deficiência de tiamina clássica e a doença de Alzheimer, pois ambas estão associadas a déficits cognitivos e reduções no metabolismo da glicose no cérebro. Nesse contexto, um estudo sugere que o aumento da tiamina no cérebro pode ser benéfico para pacientes com Alzheimer.

Diabetes

A diabetes e a tiamina estão intimamente conectadas pelo metabolismo dos carboidratos! De acordo com estudos, a vitamina B1 pode prevenir a ativação das vias bioquímicas induzida pela hiperglicemia na diabetes. Esse achado mostra que a tiamina tem definitivamente um papel nas doenças vasculares endoteliais diabéticas. Em adição a isso, um outro estudo controlado mostrou que a tiamina pode diminuir a glicose no sangue e a concentração de leptina em pacientes com diabetes tipo 2.

Obesidade

Pouca atenção é dada às carências nutricionais de uma pessoa com obesidade, afinal essa doença é conhecida pelos excessos. Entretanto, uma pesquisa identificou a deficiência de tiamina em cerca de 30% dos pacientes obesos que procuram a cirurgia bariátrica. Esse achado mostra que possivelmente o requerimento de vitamina B1 é aumentado em pessoas com obesidade e, além disso, o aporte adequado desse micronutriente poderia contribuir de alguma forma para o cenário metabólico do paciente.

Choque séptico

O choque séptico é uma condição grave, causada por uma infecção que se alastra pelo organismo afetando todos os órgãos do corpo. Ao mesmo tempo, a deficiência de tiamina pode afetar até 70% dos pacientes críticos que podem vir a experimentar um choque séptico futuramente. Nesse contexto, um estudo encontrou que a associação de tiamina, vitamina C e corticóides usada como terapia adjuvante no choque séptico, resultou em uma diminuição significativa da mortalidade dos pacientes.

Deficiência de tiamina

A tiamina é um importante cofator no metabolismo da glicose e se sabe que o cérebro e o coração são responsáveis ​​por cerca de 60% do gasto energético basal. Dito isso, estudos mostram que a deficiência de tiamina afeta os sistemas nervoso e cardiovascular de forma mais dramática e pode levar rapidamente à morte se não for corrigida.

Ademais, as principais síndromes de deficiência de vitamina B1 em humanos são:

Encefalopatia de Wernicke

Condição neuropsiquiátrica caracterizada principalmente por confusão e delírio, distúrbios visuais e fraqueza dos músculos oculomotores.

Síndrome de Korsakoff

Refere-se às sequelas neurológicas permanentes da deficiência de tiamina no cérebro.

Beribéri seco

Definido principalmente por manifestações neurológicas periféricas, como parestesia, fraqueza ou paralisia.

Beribéri úmido

Caracterizado por insuficiência cardíaca sistólica descompensada com edema pulmonar, taquicardia, pressão de pulso aumentada e hipotensão.

Beribéri gastrointestinal

Engloba náuseas e vômitos, dor abdominal e acidose láctica.

O que causa a falta de tiamina no organismo

Existem vários fatores de risco para o desenvolvimento de deficiência de tiamina, como:

  • diminuição da ingestão oral de vitamina B1;
  • problemas de absorção da vitamina B1;
  • aumento da depleção de tiamina pelo metabolismo;
  • desnutrição;
  • cirurgia gastrointestinal;
  • alcoolismo;
  • cirurgia bariátrica;
  • insuficiência renal com diálise;
  • obesidade;
  • insuficiência cardíaca inexplicada.

Segundo estudos, a suplementação de tiamina deve ser iniciada o mais cedo possível em pacientes com suspeita de deficiência de vitamina B1. O tratamento com essa vitamina é seguro, acessível, simples e pode salvar vidas.

Tiamina engorda ou emagrece?

Até o momento, nenhum estudo observou o efeito direto do ganho de peso ou emagrecimento com o uso da tiamina. Uma pesquisa estimou, entretanto, que cerca de 30% das pessoas com obesidade são deficientes de tiamina. Uma explicação para isso é que a obesidade está intimamente conectada com alto consumo de carboidratos simples e, a tiamina é uma vitamina envolvida no metabolismo dos carboidratos. Sendo assim, provavelmente os estoques de vitamina B1 de pessoas obesas sejam esgotados pelo alto requerimento dessa vitamina, como também pelo baixo consumo de alimentos ricos em vitamina B.

No contexto do emagrecimento, a tiamina pode ser conveniente em função da sua participação no metabolismo dos carboidratos. Essa vitamina ajuda as células a converter carboidratos em energia e, por isso, manter bons níveis de tiamina pode ajudar o metabolismo a funcionar da melhor maneira possível, favorecendo indiretamente o processo de emagrecimento.

Em resumo, ninguém ganha peso por consumir tiamina pois o ganho de peso se dá pelo excesso de calorias de forma crônica. Da mesma forma, ninguém emagrece somente por tomar vitamina B1, pois o emagrecimento também é um processo crônico que depende do déficit calórico para acontecer.

As fontes de tiamina

A vitamina B1 pode ser encontrada em alimentos e em suplementos. O primeiro passo para garantir o aporte diário adequado dessa vitamina é saber quais são os alimentos ricos em vitamina B. Priorizar o consumo desses alimentos diariamente é essencial para não desenvolver a deficiência de tiamina, afinal, essa vitamina é hidrossolúvel e portanto é facilmente eliminada do organismo.

Entretanto, estudos ressaltam que o cozimento e outros processamentos térmicos podem reduzir drasticamente o teor de vitamina B1 dos alimentos. Do mesmo modo, bebidas como café e chá possuem certos compostos polifenólicos que podem inativar a tiamina se consumidos junto com algum alimento fonte desse nutriente. Os peixes e mariscos crus, que são uma das principais fontes de tiamina, contêm tiaminases que degradam e inativam a vitamina B1. Isso significa que contar com o aporte desse micronutriente por meio dos alimentos requer cuidado e atenção.

Em contrapartida, os suplementos de complexo B concentrado proporcionam um domínio maior sobre a quantidade de vitamina B1 que será ingerida diariamente. Garantir o aporte adequado dessa vitamina pode ser mais fácil, certeiro e eficiente por meio de um suplemento.

O suplemento de complexo B concentrado da Ocean Drop, por exemplo, é uma opção segura para quem não atinge as necessidades diárias de vitaminas B através da alimentação. Esse suplemento concentra todas as vitaminas do complexo B em uma dosagem igual ou acima do VD%.

Conteúdo escrito por Rafaela Galvão, publicitária pela ESPM-SUL e estudante do 7˚ semestre de nutrição na Unisul. Desenvolve projetos de comunicação e produção de conteúdo para a área da saúde desde 2016.

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