Descubra como a deficiência nutricional pode interferir na saúde
Atualizado em 07 de Abril de 2025
Criado por Joana Mazzochi - Nutricionista
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Descubra como a deficiência nutricional pode interferir na saúde
A deficiência nutricional é referente à ausência na alimentação ou absorção insuficiente de um ou mais nutrientes. Ela pode ocasionar desde desordens leves até complicações mais sérias à saúde de alguém.
A falta de vitamina D e de ferro costumam ser as carências nutricionais mais recorrentes no consultório. No entanto, também existem outros tipos, incluindo falta de cálcio, magnésio e ácido fólico, por exemplo.
É possível suspeitar da deficiência de nutrientes no organismo através de alguns sinais e sintomas, como cansaço, dor de cabeça, pele ressecada, unhas fracas, perda de memória anormal, entre outras situações.
Então, identificou-se com algo do que foi escrito? Para entender mais sobre como as carências nutricionais podem interferir na sua saúde, continue prestando atenção no conteúdo! Boa leitura!
Como é possível detectar a deficiência nutricional
Como mencionado previamente, as complicações da deficiência nutricional podem ser mais leves e incluem:
Em casos mais graves, em que o paciente passa por um longo período em deficiência, pode ser observado:
alteração no sistema nervoso central (SNC);
modificação na visão;
perda de coordenação;
falta de memória;
demais sintomas cognitivos.
Outras maneiras de detectar a deficiência nutricional, além dos sinais e sintomas citados, é através de:
exames laboratoriais para averiguar níveis de vitaminas e minerais;
check-up na saúde intestinal, já que se o intestino não estiver saudável, não há boa absorção de nutrientes.
Grupos de risco para deficiência nutricional
Gestantes necessitam de maior aporte de nutrientes para o bom desenvolvimento de todas as fases da gestação e, por isso, são consideradas grupo de risco para a deficiência nutricional.
Além disso, mulheres em fase de amamentação, que precisam suprir suas próprias demandas e de seus filhos e, ainda, bebês, crianças e adolescente em fases de crescimento também.
Na vida adulta, idosos e indivíduos com doenças crônicas, como diabéticos, hipertensos e obesos, necessitam de maior atenção quanto ao consumo e absorção insuficiente de um ou mais nutrientes.
Origens e consequências da deficiência nutricional
A deficiência nutricional está relacionada principalmente aos maus hábitos alimentares. As principais consequências da falta do consumo ou da absorção de nutrientes envolve:
No caso de gestantes, condições desfavoráveis ao desenvolvimento e crescimento dos bebês;
Em bebês, crianças e adolescentes, principalmente pela carência de cálcio, vitamina D, ácido fólico e ferro, problemas no desenvolvimento ósseo e cognitivo e a presença de anemia;
Adultos e idosos com a imunidade fraca, libido baixa, risco consideravelmente alto de depressão e inflamação, por causa da deficiência de vitaminas A, C, E e D, magnésio e cálcio;
Principalmente em idosos, a deficiência de vitamina C e D diminui a absorção de cálcio e ferro, respectivamente, podendo aumentar os riscos cardíacos, de anemia, de osteopenia e de osteoporose;
Em indivíduos com doenças crônicas, alguns medicamentos podem interferir na absorção de diversos nutrientes e causar deficiência.
A principal estratégia para prevenir uma carência nutricional é ter como base da alimentação a comida de verdade, aquela que encontramos em hortas, feiras e açougues.
Os alimentos in natura são aqueles que devem ser priorizados no cardápio, caracterizados por serem livres de embalagens e de uma grande lista de ingredientes, corantes, conservantes e química.
Segundo ponto a ser cuidado é o intestino, pois é ele o responsável por fazer a absorção da maioria dos nutrientes que ingerimos, sem ele saudável, não dá para garantir uma boa nutrição e saúde.
E a terceira estratégia é realizar o uso de suplementos, no caso de não atingir as demandas através da alimentação ou de não ser possível de adquiri-las através dessa maneira.
Esse último caso é normalmente realizado com a vitamina D e em estratégias que necessitam um maior aporte de nutrientes.
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Segundo um estudo de 2015, o superalimento contém teor excepcionalmente alto de vitamina B12 e é boa fonte de betacaroteno, ferro, cálcio e fósforo. Além disso, essa cianobactéria já recebeu o título de “O Melhor Alimento para o Futuro” pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Conteúdo criado por especialista:
Joana Mazzochi Aguiar
Nutricionista
Este artigo foi escrito por Joana Mazzochi Aguiar, nutricionista (CRN 10 – 10934), formada pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). É especialista em Atendimento Nutricional para Cirurgia Bariátrica e atualmente cursa pós-graduação em Saúde da Mulher e Estética pela VP – Centro de Nutrição Funcional, uma das instituições mais renomadas da área. Seu trabalho é guiado pelos princípios da nutrição funcional e do cuidado integral à saúde feminina.