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10 sintomas de prisão de ventre e dicas para aliviar

Conhecida popularmente como prisão de ventre, esse é o termo usado para se referir à ausência de evacuação por tempo prolongado. Os sintomas de prisão de ventre acabam gerando diversas consequências desagradáveis e prejudicam a qualidade de vida de quem sofre com esse problema intestinal. 

Não apenas a dor e desconforto fazem parte dos sintomas de prisão de ventre, mas a sensação de irritabilidade é comum nesse contexto, mais conhecida como sensação de estar “enfezado”. Para contornar esse problema e evitar que se repita, confira abaixo o que é bom para prisão de ventre e quais são os alimentos para aliviar a prisão de ventre.

Causas da prisão de ventre

Os sintomas de prisão de ventre, também chamada de constipação intestinal, podem ter diversas causas associadas. Veja o que causa prisão de ventre:

Baixa ingestão de água

A falta de água é uma das principais razões que desencadeiam sintomas de prisão de ventre. A insuficiência de água no organismo leva à retirada de água das fezes pelas células intestinais, originalmente destinada a facilitar seu trânsito pelo intestino, direcionando-a de volta para o corpo. 

Em outras palavras, na ausência de um consumo adequado de água vinda da alimentação, o organismo recorre à utilização da água proveniente das fezes, para manter suas funções vitais. 

Esse cenário contribui para a desidratação do bolo fecal, criando uma condição que dificulta sua passagem e propicia o desenvolvimento da prisão de ventre.

Baixa ingestão de fibra

Além do baixo consumo da água, a ausência de fibras na alimentação pode desencadear sintomas de prisão de ventre. As fibras desempenham uma função essencial na formação das fezes, conferindo-lhes uma textura mais suave e úmida, o que facilita sua passagem pelo intestino. Além disso, elas estimulam a melhora da peristalse intestinal, que consiste nos movimentos de contração realizados pelo intestino para expelir as fezes.

Essas fibras também podem ser submetidas à fermentação pelas bactérias presentes no intestino, agindo como prebióticos. Essas bactérias desempenham um papel crucial não apenas na saúde intestinal, mas também em todo o organismo.

É fundamental associar o consumo de fibras a uma ingestão adequada de água. A recomendação é ingerir aproximadamente 25 gramas de fibras diariamente, presentes em alimentos como grãos integrais, cereais, frutas e vegetais. Essa combinação não apenas favorece a regularidade intestinal, mas também contribui para a promoção da saúde.

Baixa ingestão calórica

Algumas vezes, a ausência de evacuação pode ser resultado da ingestão reduzida de alimentos. Indivíduos que consomem poucas calorias diariamente podem experimentar intervalos mais longos entre as evacuações em comparação com aqueles que têm uma ingestão calórica mais elevada. 

Nesse contexto, não se trata de uma prisão de ventre, visto que não há formação de bolo fecal suficiente para evacuação.

Portanto, para saber se realmente é constipação, além da baixa frequência evacuatória também é necessário apresentar os sintomas de prisão de ventre.

Excesso de alimentos ultraprocessados e irritantes da mucosa

O excesso de alimentos que causam prisão de ventre, como fast foods, doces e frituras, podem levar ao aparecimento de sintomas. Esses alimentos, quando consumidos em maior frequência e/ou quantidade, atuam de forma contrária às fibras e a água, levando à formação de fezes ressecadas e dificultando o trânsito intestinal, além de contribuírem para a piora da saúde do intestino.

Sedentarismo

A ausência de atividade física também pode ser um fator contribuinte para os sintomas de prisão de ventre. O sedentarismo afeta negativamente a motilidade intestinal, o que compromete os movimentos do intestino necessários para expelir as fezes. Portanto, incorporar uma rotina regular de exercícios é uma parte importante da prevenção e tratamento para lidar com a prisão de ventre.

Uso de medicamentos

Certos medicamentos apresentam como efeito colateral mudanças no funcionamento gastrointestinal, como a ocorrência de constipação. É crucial estar atento a esse sintoma e conversar com o médico para compreender maneiras de prevenir esse efeito adverso ou como reverter o quadro de prisão de ventre associado ao uso do medicamento.

Mudanças na rotina

Alterações no ambiente e rotina podem resultar em um aumento do estresse, o que, por sua vez, pode desencadear sintomas de prisão de ventre. Um exemplo clássico dessa dinâmica é a dificuldade de evacuar durante os períodos de viagem.

Ao se encontrar em um ambiente diferente, fora da rotina e dos hábitos alimentares habituais, muitas pessoas relatam constipação nessas situações, sendo capazes de regular a atividade intestinal apenas ao retornar à rotina cotidiana.

Intolerância ou alergia alimentar

Problemas gastrointestinais recorrentes podem apontar para uma possível intolerância ou alergia alimentar. Uma forma de testar se essa é a causa da prisão de ventre, é por meio de um diário alimentar, onde será observado a relação entre a alimentação e os episódios de constipação.

Uma outra forma de detectar intolerâncias alimentares é através de um teste genético. Esse teste consegue identificar variantes genéticas que influenciam na capacidade do organismo de processar certos alimentos. Por exemplo, pode-se detectar mutações que afetam a produção de enzimas necessárias para a metabolização de carboidratos, proteínas e gorduras. Ao revelar essas especificidades genéticas, o teste permite uma abordagem personalizada de dieta, ajudando a evitar alimentos que possam causar desconforto ou reações adversas.

Caso desconfie que os sintomas de prisão de ventre possam indicar um quadro de alergia ou intolerância, é recomendado procurar um médico para o correto diagnóstico e tratamento.

Sintomas de prisão de ventre

Na prisão de ventre, os sintomas clássicos desse quadro, são:

  • estufamento gástrico;
  • gases;
  • sensação de desconforto; 
  • cólica intestinal;
  • fezes ressecadas;
  • necessidade de fazer mais força ao evacuar;
  • sensação de esvaziamento incompleto do intestino;
  • humor conhecido como “enfezado”, que é a irritabilidade causada pela constipação intestinal.

A constipação pode manifestar-se ocasionalmente ou evoluir para uma condição crônica, caracterizada por sintomas de prisão de ventre graves e recorrentes, que persistem parcialmente ou nunca melhoram completamente. Nestas circunstâncias, é essencial investigar a origem do problema e explorar as opções de tratamento disponíveis.

Como aliviar?

As abordagens para tratar os sintomas de prisão de ventre começam com ajustes nos hábitos diários, como dieta e atividade física e até algumas opções de remedio natural para prisão de ventre. Se o quadro persistir, tornar-se crônica ou se agravar, é aconselhável procurar orientação médica.

Dicas para aliviar os sintomas de prisão de ventre:

  • manter a ingestão diária de água - para saber a quantidade ideal, basta multiplicar o peso por 35 ml;
  • Incluir fibras na dieta - em média 25 gramas ao dia;
  • adotar uma alimentação equilibrada;
  • investigar e tratar alergias e intolerâncias alimentares;
  • investigar os efeitos colaterais de medicamentos de uso contínuo;
  • praticar atividade física regularmente;
  • manter uma rotina estável.

Além dessas mudanças de hábitos, soluções mais rápidas para aliviar a prisão de ventre incluem massagens na região, no sentido do trânsito intestinal, e uso de supositório (é ideal conversar com o médico antes de usar).

Embora haja diversas formas de aliviar os sintomas da prisão de ventre, é essencial identificar a causa para determinar a abordagem mais assertiva. Recomenda-se consultar um especialista para investigar as razões por trás da constipação e receber orientações personalizadas.

Alimentos e suplementos que ajudam a aliviar a prisão de ventre

Alimentos repletos de água, fibras e prebióticos irão auxiliar muito na saúde intestinal. 

  • iogurte natural;
  • aveia em flocos;
  • frutas, como mamão, ameixa, abacaxi e banana;
  • linhaça;
  • vegetais folhosos;
  • legumes.

Alguns chás para prisão de ventre também podem ser com moderação e liberação médica, como o chá de sene, chá de ameixa ou chá de ruibarbo.

Além deles, também é possível incorporar a suplementação de fibras como psyllium e de suplementos prebióticos no dia a dia, os quais auxiliam fortemente nos sintomas de prisão de ventre, conforme revelam pesquisas * * *.

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Quando a prisão de ventre passa a ser preocupante?

Dentre as inúmeras causas da prisão de ventre, existem doenças intestinais importantes que não apenas resultam em constipação, mas também podem acarretar sérias consequências devido aos danos que causam à parede intestinal. 

As condições mais comuns incluem Doenças Inflamatórias Intestinais, que englobam a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, além da Síndrome do Intestino Irritável..

Essas enfermidades intestinais podem manifestar uma variedade de sintomas, como constipação, azia, enjoo, diarreia, problemas dermatológicos, entre outros.  Além disso, alergias e intolerâncias alimentares também se inserem no conjunto de condições que afetam o intestino, e se não forem tratadas, podem resultar em constipação intestinal severa

Tratamento para prisão de ventre

O tratamento para os sintomas de prisão de ventre dependerá muito de qual a causa por trás desse quadro. Por exemplo, se a situação for mais grave - como um diagnóstico de doença intestinal ou alguma alergia alimentar - será necessário intervenção médica e dietética.

Por outro lado, em casos mais amenos, o recomendado é regular a alimentação por meio do aumento da ingestão hídrica e melhora da qualidade da dieta - incluindo mais alimentos que auxiliam na saúde e trânsito intestinal.

Idealmente, é recomendado procurar um gastrologista e uma nutricionista para obter um tratamento dos sintomas de prisão de ventre mais completo e individualizado.

Referências

Texto escrito por Joana Mazzochi, formada em Administração Empresarial pela UDESC e em Nutrição pela UNIVALI (CRN-10/10934). Além de produzir conteúdo sobre nutrição e saúde, atende pacientes que desejam melhorar a relação com a alimentação.

 

Texto revisado por Rafaela Fürst Galvão, nutricionista graduada pela Unisul (CRN-10: 11807) e publicitária graduada pela ESPM-SUL. Desenvolve projetos de comunicação e produção de conteúdo para a área da saúde desde 2016.

 

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