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Principais sintomas da diabetes e como controlar

Quem não conhece alguém que tem diabetes? Essa condição metabólica crônica já atingiu proporções epidêmicas no mundo todo. O diabetes é uma doença caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue devido ao mau gerenciamento da insulina pelo organismo, e compreender como controlar a diabetes é fundamental para sua saúde e bem-estar.

Existem três tipos de diabetes que se diferenciam principalmente pela origem da disfunção da insulina: pré diabetes, diabetes tipo I e diabetes tipo II. No mais, a verdade é que o manejo dos sintomas de diabetes é desafiador, pois envolve principalmente mudanças no estilo de vida. Conheça a seguir os principais sintomas de diabetes e como controlar a doença.

Sintomas da pré-diabetes

O pré-diabetes é como uma "chamada para ação", pois não apresenta sintomas graves mas requer atenção e mudanças na alimentação. Nesse estágio que antecede o diabetes tipo 2, o organismo está se esforçando muito para manter os níveis de glicose do sangue em uma faixa saudável. Em outras palavras, o pré- diabetes é um indicador de que o corpo está começando a parar de usar a insulina com a eficiência que deveria.

De modo geral, o pré-diabetes não apresenta sintomas ou os sintomas são tão leves que podem passar despercebidos por vários anos. Entretanto, em alguns casos o sintomas de pré diabetes podem incluir:

  • fadiga;
  • aumento de sede;
  • aumento do apetite;
  • emagrecimento inexplicável;
  • micção frequente.

Sintomas da diabetes tipo 1

Trata-se de uma condição autoimune em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. O indivíduo que tem diabetes tipo I já nasce com essa disfunção. Sem insulina, a glicose permanece no sangue e não consegue entrar nas células para gerar energia. Como resultado, a glicose dos alimentos se acumula na corrente sanguínea. Sendo assim, os principais sintomas de diabetes tipo 1 podem ser:

  • sede excessiva;
  • perda de peso inexplicável;
  • aumento da micção;
  • dor de cabeça;
  • fadiga;
  • desidratação;
  • mudanças de humor;
  • aumento do apetite;
  • infecções fúngicas;
  • interrupção dos ciclos menstruais.

Sintomas da diabetes tipo 2

Esse tipo de diabetes ocorre quando os níveis de glicose no sangue se tornam frequentemente elevados e então a resistência à insulina se desenvolve naturalmente como resposta. Diante da resistência à insulina, o organismo se torna incapaz de absorver e usar totalmente a glicose dos alimentos. Como resultado, a glicose permanece no sangue causando os sintomas de diabetes tipo 2 que incluem:

  • sede excessiva mesmo com a ingestão de água;
  • fome incessante;
  • vontade de urinar excessivamente (poliúria);
  • perda de peso inexplicável;
  • visão turva;
  • dor de cabeça;
  • infecções fúngicas;
  • formigamento nos pés e nas mãos;
  • boca seca;
  • cansaço extremo;
  • dor na gengiva.

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Diabetes infantil

O Diabetes infantil é o diabetes mellitus tipo I diagnosticado na infância. Esse tipo de diabetes está associado à autoimunidade e à deficiência absoluta de insulina. Infelizmente não há cura e por isso é necessário monitorar regularmente os níveis de açúcar no sangue, administrar insulina e fazer algumas mudanças no estilo de vida.

Os sintomas de diabetes infantil se desenvolvem rapidamente e são os mesmos da diabetes tipo I. Nesse contexto, o gerenciamento bem-sucedido dos níveis de glicose no sangue pode ajudar a evitar as principais complicações do diabetes, como:

  • cetoacidose;
  • danos nos nervos;
  • disfunções renais;
  • pressão alta;
  • problemas de visão;
  • doenças cardiovasculares.

Como controlar a diabetes

O principal objetivo do tratamento de qualquer tipo de diabetes é manter os níveis de glicose sob controle, dentro de uma faixa saudável. Para tanto, é indispensável:

  • manter um peso adequado;
  • cuidar a alimentação;
  • fazer exercício físico regularmente;
  • parar de fumar;
  • reduzir o estresse.

Dito isso, os principais recursos terapêuticos para controlar a diabetes incluem:

Medicação antidiabética

Os medicamentos antidiabéticos são indicados quando as alterações de dieta e estilo de vida não são suficientes para manter os níveis de glicose no sangue normais. No entanto, estudos indicam que a medicação só é necessária se os níveis de açúcar no sangue não puderem ser regulados de outra forma.

Apesar de eficientes, as medicações frequentemente causam hipoglicemia e outros efeitos colaterais como qualquer medicamento. Entre as medicações para diabetes, a Metformina é a mais conhecida.

Aplicação de insulina

Todas as pessoas com diabetes tipo 1 precisam injetar insulina, mas o cenário é diferente para quem tem diabetes tipo 2. Estudos explicam que pessoas com diabetes do tipo 2 geralmente só precisam de insulina se o tratamento com dieta controlada e medicações não reduzirem os níveis de glicose suficientemente. Isso raramente é o caso.

Perder peso (em casos de sobrepeso ou obesidade)

Conforme estudos, a perda de peso melhora quase todos os fatores de risco e complicações relacionados à diabetes. Um estudo mostrou que durante um programa de emagrecimento bem como logo após a cirurgia bariátrica, já existem melhorias significativas na sensibilidade à insulina hepática e muscular e na secreção pancreática de insulina. Esse achado sugere que a adesão a qualquer dieta de déficit calórico que promova e sustente a perda de peso, pode melhorar os marcadores da diabetes.

Exercício físico regular

Se exercitar regularmente é um fator crítico para o controle da glicemia e saúde geral de quem tem diabetes ou pré-diabetes. Nesse contexto, um estudo revelou que o treinamento aeróbico aumenta a densidade mitocondrial, sensibilidade à insulina, função pulmonar, função imunológica e débito cardíaco. Além disso, o exercício físico foi associado a riscos cardiovasculares e de mortalidade expressivamente mais baixos no diabetes tipo 1 e tipo 2. Isso sugere que as pessoas com diabetes devem diminuir ao máximo o tempo gasto em comportamentos sedentários.

Dieta

A alimentação é considerada um dos pilares para a prevenção e progressão do diabetes, pois é a partir da ingestão de alimentos que a insulina é recrutada e colocada "à prova". A diabetes pode então piorar ou melhorar conforme os alimentos que a pessoa ingere. Dito isso, seguir uma dieta para diabéticos adequada ajuda a manter o cenário glicêmico sob controle.

Atualmente, dietas mais baixas em carboidratos ou que incluem apenas fontes de carboidratos de baixo índice glicêmico, têm mostrado bons resultados em alguns casos. Um estudo verificou que uma dieta baixa em carboidratos pode não só controlar a glicemia, mas também melhorar o perfil lipídico e promover uma redução dos medicamentos antidiabéticos.

Um outro padrão dietético que pode ser a resposta de como controlar a diabetes é a dieta mediterrânea. Um estudo que avaliou os efeitos da dieta mediterrânea mostrou que existem evidências consistentes sobre a associação inversa entre a adesão a uma dieta mediterrânea e a incidência de diabetes tipo 2. Além disso, a dieta mediterrânea demonstrou diminuir os níveis de hemoglobina glicada, que é um parâmetro importante na identificação de altos níveis de glicemia.

Estudos apontam que a variedade de frutas e vegetais densos em compostos bioativos tornam a dieta mediterrânea uma ferramenta incomparável para a prevenção e controle do diabetes mellitus. Um dos ingredientes bioativos que se destaca nesse contexto é a curcumina, que faz parte do grupo de curcuminoides.

evidências crescentes sobre a eficácia do uso de suplementos fitoterápicos, como a curcumina, na prevenção e controle do diabetes. A curcumina é um componente bioativo presente na cúrcuma longa ou açafrão da terra. A cúrcuma possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, anticancerígenas, neuroprotetoras e antidiabéticas.

Recentemente, a curcumina tem chamado a atenção como um potencial agente terapêutico no diabetes. De acordo com um estudo, o suplemento de Cúrcuma em cápsulas melhorou a resistência à insulina, diminuiu os níveis de glicose do sangue, aumentou a liberação de adiponectina e reduziu os níveis de leptina em pacientes com diabetes tipo 2. 

Esses achados demonstram que a cúrcuma pode ser um grande aliado no controle do diabetes, destacando os benefícios da cúrcuma na melhoria da saúde metabólica e no manejo do diabetes.

Lidar com o diabetes não precisa ser complicado. Entretanto, é preciso estar atento aos sintomas de diabetes e se engajar em um estilo de vida que ajude a controlar os níveis de glicose no sangue. É uma questão de ter as informações corretas, um acompanhamento adequado e muito comprometimento!

Referências

Conteúdo escrito por Rafaela Galvão, publicitária pela ESPM-SUL e estudante do 7˚ semestre de nutrição na Unisul. Desenvolve projetos de comunicação e produção de conteúdo para a área da saúde desde 2016.

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