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Magnésio quelato para ansiedade: saiba como ele pode ajudar

Certamente, muitas pessoas já ouviram a expressão "a ansiedade é o mal do século" e puderam sentir na pele o que ter ansiedade significa. Não é surpresa que inúmeros debates estejam em curso para entender o que está por trás do aumento significativo no diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada.

Apresentar um certo nível de ansiedade é inerente à condição humana, pois historicamente foi essencial para a sobrevivência, impulsionando a ação frente a adversidades. Quando ultrapassa limites e se torna patológica, a ansiedade causa o efeito oposto, paralisando em vez de motivar à ação.

Diante do aumento evidente nos casos de transtorno de ansiedade generalizada, estão sendo estudados diversos tratamentos multidisciplinares, com o objetivo de oferecer mais opções para aqueles que sofrem com esse quadro. Entre eles, estão os tratamentos nutricionais e suplementares, como o uso de magnésio quelato para ansiedade.

Descubra a seguir o que a ciência tem revelado sobre a relação entre magnésio quelato e ansiedade.

O que é magnésio quelato?

O magnésio é um tipo de mineral presente no corpo humano e desempenha um papel crucial em mais de 300 atividades essenciais para o funcionamento adequado do organismo.

Dentre essas inúmeras atividades, o magnésio participa * *

  • controle da pressão arterial;
  • saúde óssea;
  • transmissão nervosa;
  • estímulo cardíaco;
  • produção de ATP (fonte de energia);
  • metabolismo da glicose;
  • formação do DNA e RNA;
  • regulação da contração muscular;
  • condução neuromuscular.

A falta de magnésio pode levar a distúrbios neuromusculares, cardiovasculares, ósseos e nervosos, e está associada ao desenvolvimento de doenças crônicas, como Alzheimer, resistência à insulina, hipertensão, enxaqueca crônica e diabetes mellitus tipo 2. *.

É evidente que o magnésio desempenha um papel crucial na saúde e é importante que sua ingestão atenda às necessidades diárias do organismo. 

Para tal, além do consumo de fontes alimentares, como oleaginosas e cereais integrais, é possível optar pela suplementação de magnésio, especialmente quando se deseja suprir uma carência desse mineral. 

Na escolha do suplemento de magnésio, é importante atentar-se a sua fórmula, pois terá total interferência na absorção e disponibilidade ao organismo. 

Dentre as opções existentes, o magnésio quelato tem se revelado como uma ótima forma de administrar a suplementação. O termo "quelato" significa que o mineral, como o magnésio quelato, está ligado a um agente quelante, comumente um aminoácido, o que facilita sua absorção pelo intestino e sua disponibilidade para uso no organismo.

Um estudo que revisou diversos artigos, apontou que os minerais quelatos apresentam melhor biodisponibilidade em comparação com outras formas de suplementação. O magnésio quelato, em particular, demonstrou uma absorção, transporte e biodisponibilidade superiores, sendo mais eficazmente utilizado pelo organismo.

Magnésio quelato e saúde mental

O termo “saúde mental” ainda é bastante discutido, pois ainda não há um consenso em torno do seu real significado. Enquanto alguns autores classificam saúde mental como a ausência de doenças de cunho psicológico, outros enfatizam que o termo vai além e abrange conceitos econômicos, sociais, fisiológicos, entre outros *

Porém, o que todos os conceitos têm em comum, é a necessidade de bons hábitos alimentares e o correto aporte nutricional, para que não haja carências vitamínicas importantes. Nesse ponto, é possível compreender a relação do magnésio quelato e ansiedade, assim como sua função na saúde mental.

De acordo com o estudo de revisão publicado em 2020, o acompanhamento e busca pela alimentação saudável, além de auxiliar na regulação de níveis nutricionais, contribui para a saúde mental. 

Segundo esse estudo, o consumo adequado de magnésio quelato ajuda na ansiedade e depressão, pois participa do metabolismo energético e  de processos importantes na  regulação  da atividade cerebral, que impactam diretamente na liberação de neurotransmissores que estimulam o Sistema Nervoso Central.

Quando há deficiência de magnésio, esses processos encontram-se falhos, podendo gerar danos aos neurônios, levando ao quadro depressivo. Ademais, o magnésio é indispensável para a ligação de receptores de serotonina, noradrenalina e dopamina,  três importantes neurotransmissores envolvidos na saúde mental. 

Ainda, boa parte dos fármacos antidepressivos potencializam o aumento de magnésio cerebral, sendo razoável afirmar que a suplementação desse mineral é benéfica para a saúde mental. 

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Magnésio quelato no tratamento da ansiedade

O transtorno de ansiedade generalizada possui diversas causas e a raíz do quadro pode ser diferente para cada pessoa. Por isso, o tratamento também precisa ser multidisciplinar, podendo incluir acompanhamento com psiquiatra, psicólogo, uso de medicamentos, além de terapia nutricional.

Não é muito comum a indicação de um nutricionista para auxiliar no tratamento da ansiedade, porém, diversos estudos * * já confirmam o quanto as carências nutricionais afetam o bem estar e saúde psicológica, podendo contribuir para o aparecimento do quadro. 

O papel do magnésio a nível neurológico, contempla tanto a transmissão nervosa, quanto a condução entre neurônios e músculos, além de atuar como agente protetor dos neurônios. Por isso, ele tem sido considerado um mineral importante para a potencial prevenção e tratamento de distúrbios neurológicos *.

Outro artigo também expôs os benefícios do magnésio quelato a ansiedade. De acordo com os autores, A suplementação de Mg pode atenuar os sintomas de ansiedade em pacientes com hipomagnesemia, devido seu papel na modulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPAA), que possui grande influência nos sintomas de estresse e ansiedade.

A ansiedade é um transtorno multifatorial e, por isso, necessita de uma abordagem multidisciplinar e individual. Entretanto, o tratamento nutricional e uso de suplementação, como magnésio quelato e outros, pode contribuir para melhora do quadro. 

Melhora da microbiota intestinal

Referências

Texto escrito por Joana Mazzochi, formada em Administração Empresarial pela UDESC e em Nutrição pela UNIVALI (CRN-10/10934). Além de produzir conteúdo sobre nutrição e saúde, atende pacientes que desejam melhorar a relação com a alimentação.

 

Texto revisado por Rafaela Fürst Galvão, nutricionista graduada pela Unisul (CRN-10: 11807) e publicitária graduada pela ESPM-SUL. Desenvolve projetos de comunicação e produção de conteúdo para a área da saúde desde 2016.

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