Atualizado em 19 de Março de 2026

Criado por Rafaela Fürst Galvão - Nutricionista

Criado por humano

Guia completo
Magnésio para ansiedade e depressão
Compra segura • Entrega Brasil
Comprar magnésio

Conheça o melhor do magnésio para ansiedade e depressão

O magnésio pode auxiliar no alívio da ansiedade e depressão ao contribuir para o equilíbrio do sistema nervoso e bem-estar emocional.

Esse mineral participa de processos ligados à regulação do estresse, do humor e da função cerebral, sendo um apoio importante à saúde mental.

Ao longo do artigo, você vai entender como o magnésio atua no organismo, quando a suplementação pode ajudar e como utilizá-lo com segurança.

Melhor magnésio
Saúde mental
Tratamento da ansiedade
FAQ + referências
benefícios do magnésio para ansiedade e depressão
Nesta página, você vai ver:
  • Melhor magnésio para ansiedade e depressão
  • Sintomas da menopausa
  • Magnésio e saúde mental
  • Perguntas frequentes
Falar com especialista
Compra segura| Entrega para todo Brasil
Veja também

Magnésio: um mineral essencial

Apesar desse mineral ser mais conhecido por atuar no sistema esquelético, muito além do magnésio ser importante para os ossos, ele é fundamental para diversas outras funções do corpo, como:

  • regulação da contração muscular (incluindo a do coração);
  • metabolismo da insulina;
  • pressão sanguínea;
  • transmissão nervosa ideal;
  • coordenação neuromuscular;
  • proteger as células neuronais contra excitotoxicidade (excitação excessiva que leva à morte celular).

Devido às suas importantes atribuições no sistema nervoso, o magnésio tem potencial para auxiliar na prevenção e como adjuvante do tratamento de distúrbios neurológicos e psiquiátricos.

O fato é que cérebro precisa de magnésio para funcionar plenamente. Nesse contexto, estudos revelam que a carência desse mineral tem sido observada em vários distúrbios neurológicos como epilepsia, doença de Alzheimer, doença de Parkinson e acidente vascular cerebral, bem como em condições comórbidas de ansiedade e depressão.

Uma relação entre o status de magnésio e a ansiedade é evidente em estudos em humanos, pois esse mineral está envolvido em vários processos fisiológicos no sistema psico-neuro endócrino. Ademais, o magnésio modula o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA) que, segundo estudos, ajuda a regular sentimentos de estresse e ansiedade.

Frequentemente comórbida com a ansiedade, a depressão pode se manifestar quando os requisitos neuronais de magnésio não são atendidos. No entanto, é importante ressaltar que trata-se de um transtorno de causas multifatoriais em que a falta de magnésio é apenas um dos fatores que contribuem para o seu desenvolvimento.

Embora existam diversas terapias farmacológicas e não farmacológicas para depressão, a ingestão suplementos e de alimentos com magnésio pode ser um importante tratamento adjuvante.

Foi proposto em um estudo que a restauração do equilíbrio de magnésio em pacientes com depressão provocou efeitos antidepressivos, protegendo as estruturas cerebrais associadas à depressão.

Além de auxiliar em transtornos psiquiátricos, o magnésio ajuda na insônia também. Conforme estudos, a suplementação de magnésio parece melhorar os parâmetros subjetivos e objetivos de insônia e pode se tornar um instrumento útil no tratamento de distúrbios do sono.

Melhor magnésio para ansiedade e depressão?

A ingestão inadequada de magnésio pode facilmente predispor uma pessoa a vários problemas de saúde, incluindo aqueles relacionados a condições neurológicas. Nesse contexto, é relevante saber quais as fontes e quais tipos de magnésio podem ajudar na depressão e ansiedade.

Em todas as suas formas, o magnésio está ligado a outro composto químico conhecido como sais de magnésio. Há 8 principais tipos de magnésio:

  • Óxido de magnésio
  • Cloreto de magnésio
  • Sulfato de magnésio
  • Citrato de magnésio
  • Lactato de magnésio
  • Malato de magnésio
  • Glicinato de magnésio
  • Taurinato de magnésio
  • Magnésio quelato

O óxido de magnésio, cloreto de magnésio e sulfato de magnésio são as formas mais popularmente comercializadas em suplementos de magnésio, incluindo aqueles de origem marinha.

Um magnésio eficaz para transtornos psiquiátricos deve ser capaz de atravessar a barreira hematoencefálica protetora que envolve o cérebro. Com base em estudos, existem certas formas de magnésio que são mais biodisponíveis que outras, tornando-as melhores opções de recurso terapêutico.

Dito isso, o melhor tipo de magnésio para ansiedade e depressão deve atender aos seguintes critérios:

Ingredientes seguros

A composição do suplemento de magnésio deve conter ingredientes confiáveis, biodisponíveis, de alta qualidade, além da embalagem estar claramente rotulada com as informações necessárias exigidas por lei.

Dosagem

O suplemento deve indicar a dosagem de magnésio por cápsula que deve estar de acordo com as DRIs (Dietary Reference Intakes). A RDA (Recommended Dietary Allowances) para consumo de magnésio é de 300 mg a 420 mg por dia.

Biodisponibilidade

Prezar pela biodisponibilidade do suplemento de magnésio é priorizar a eficiência terapêutica do mineral no organismo. Como mencionado, há formas de magnésio mais biodisponíveis do que outras.

Nesse contexto, o suplemento de magnésio dimalato da Ocean Drop combinou 3 tipos de magnésio: óxido de magnésio, bisglicinato de magnésio e o dimagnésio malato.

O bisglicinato de magnésio e o dimagnésio de malato, são dois formatos quelatos do mineral que aumentam a biodisponibilidade do magnésio, facilitando o reconhecimento e absorção pelo organismo.

Ademais, tomar magnésio para depressão ou tomar magnésio para ansiedade, pode ser um recurso adicional que contribui para o tratamento medicamentoso atuando em sinergia para a melhora dos sintomas.

A suplementação desse micronutriente quando bem indicada por um médico ou nutricionista pode prevenir e ajudar a tratar diversos problemas de saúde, incluindo os de ordem mental.

Magnésio quelato e saúde mental

O termo “saúde mental” ainda é bastante discutido, pois ainda não há um consenso em torno do seu real significado. Enquanto alguns autores classificam saúde mental como a ausência de doenças de cunho psicológico, outros enfatizam que o termo vai além e abrange conceitos econômicos, sociais, fisiológicos, entre outros

Porém, o que todos os conceitos têm em comum, é a necessidade de bons hábitos alimentares e o correto aporte nutricional, para que não haja carências vitamínicas importantes. Nesse ponto, é possível compreender a relação do magnésio quelato e ansiedade, assim como sua função na saúde mental.

De acordo com o estudo de revisão publicado em 2020, o acompanhamento e busca pela alimentação saudável, além de auxiliar na regulação de níveis nutricionais, contribui para a saúde mental.

Segundo esse estudo, o consumo adequado de magnésio quelato ajuda na ansiedade e depressão, pois participa do metabolismo energético e de processos importantes na regulação da atividade cerebral, que impactam diretamente na liberação de neurotransmissores que estimulam o Sistema Nervoso Central.

Quando há deficiência de magnésio, esses processos encontram-se falhos, podendo gerar danos aos neurônios, levando ao quadro depressivo. Ademais, o magnésio é indispensável para a ligação de receptores de serotonina, noradrenalina e dopamina, três importantes neurotransmissores envolvidos na saúde mental.

Ainda, boa parte dos fármacos antidepressivos potencializam o aumento de magnésio cerebral, sendo razoável afirmar que a suplementação desse mineral é benéfica para a saúde mental.

Magnésio quelato no tratamento da ansiedade

O transtorno de ansiedade generalizada possui diversas causas e a raíz do quadro pode ser diferente para cada pessoa. Por isso, o tratamento também precisa ser multidisciplinar, podendo incluir acompanhamento com psiquiatra, psicólogo, uso de medicamentos, além de terapia nutricional.

Não é muito comum a indicação de um nutricionista para auxiliar no tratamento da ansiedade, porém, diversos estudos * já confirmam o quanto as carências nutricionais afetam o bem estar e saúde psicológica, podendo contribuir para o aparecimento do quadro.

O papel do magnésio a nível neurológico, contempla tanto a transmissão nervosa, quanto a condução entre neurônios e músculos, além de atuar como agente protetor dos neurônios. Por isso, ele tem sido considerado um mineral importante para a potencial prevenção e tratamento de distúrbios neurológicos *.

Outro artigo também expôs os benefícios do magnésio quelato a ansiedade. De acordo com os autores, A suplementação de Mg pode atenuar os sintomas de ansiedade em pacientes com hipomagnesemia, devido seu papel na modulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPAA), que possui grande influência nos sintomas de estresse e ansiedade.

A ansiedade é um transtorno multifatorial e, por isso, necessita de uma abordagem multidisciplinar e individual. Entretanto, o tratamento nutricional e uso de suplementação, como magnésio quelato e outros, pode contribuir para melhora do quadro.

Perguntas frequentes

1. Quanto magnésio devo consumir por dia?

A ingestão diária recomendada de magnésio varia de acordo com idade e sexo, mas em adultos geralmente fica entre 300 mg e 420 mg por dia, considerando alimentação e suplementação. A dose ideal deve sempre ser avaliada por um profissional de saúde.

2. Em quanto tempo o magnésio pode fazer efeito na ansiedade?

O tempo de resposta pode variar entre as pessoas e depende de fatores como níveis de deficiência, alimentação e estado geral de saúde. Em alguns casos, os benefícios podem ser percebidos após algumas semanas de uso contínuo, quando os níveis do mineral começam a se equilibrar.

3. Magnésio pode ajudar no sono e no estresse?

Sim. O magnésio está envolvido na regulação do sistema nervoso e na função de neurotransmissores relacionados ao relaxamento. Por isso, níveis adequados desse mineral podem contribuir para melhor qualidade do sono e para o equilíbrio do organismo diante do estresse.

4. Posso tomar magnésio junto com antidepressivos?

O uso de suplementos, incluindo magnésio, deve ser avaliado por um médico ou nutricionista, especialmente para pessoas que utilizam medicamentos. O profissional poderá orientar sobre possíveis interações e a dose mais adequada.

Referências

Este conteúdo possui caráter informativo e é baseado em literatura científica. O uso de suplementos alimentares deve ser avaliado por profissional de saúde, especialmente em casos de gestantes, lactantes, pessoas com condições clínicas ou em uso de medicamentos. A rotulagem dos produtos segue as diretrizes regulatórias da Anvisa.

Foto de Rafaela Fürst Galvão

Conteúdo criado por especialista:

Rafaela Fürst Galvão

Nutricionista

Este artigo foi escrito por Rafaela Fürst Galvão, nutricionista (CRN 10 – 11807), formada pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) e também em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela ESPM-SUL. É pós-graduada em Nutrição Comportamental e Clínica pela Faculdade Uniguaçu. Atua há 9 anos com comunicação e produção de conteúdo em saúde, unindo nutrição clínica ao compromisso de tornar o conhecimento científico mais acessível e relevante para a população.

Saiba mais sobre Rafaela Fürst Galvão