Atualizado em 10 de Junho de 2026

Criado por Rafaela Fürst Galvão - Nutricionista

Criado por humano

13 dicas para aumentar a libido feminina

dicas para aumentar libido feminina

Algumas estratégias podem ajudar a aumentar a libido feminina de forma saudável, como dormir melhor, praticar atividade física, fortalecer o assoalho pélvico, cuidar da saúde mental e investigar possíveis deficiências nutricionais.

A libido feminina é influenciada por fatores físicos, emocionais, hormonais e também pela qualidade da relação. Por isso, a falta de desejo sexual pode estar relacionada à rotina cansativa, ansiedade, baixa autoestima, uso de medicamentos, menopausa, alterações hormonais ou dificuldades no relacionamento.

Hoje você vai entender o que pode diminuir a libido feminina, quais hábitos ajudam a aumentar o desejo sexual e quando é importante procurar orientação médica para avaliar causas que precisam de tratamento.

13 dicas para aumentar a libido feminina

Exercícios de Kegel, boa rotina de sono, hábitos alimentares saudáveis e controle do estresse são apenas algumas maneiras de como melhorar a libido feminina. Para saber mais, confira as dicas a seguir.

1. Dormir bem

Dormir bem ajuda a aumentar a libido feminina porque contribui para o equilíbrio hormonal, melhora a disposição e reduz o impacto do estresse. Desse modo, manter uma rotina de sono regular, com cerca de 8 a 9 horas por noite, pode favorecer a energia, o bem-estar e a libido da mulher.

2. Praticar exercícios físicos

A prática regular de exercícios físicos pode ajudar a aumentar a libido feminina ao melhorar a disposição, a autoestima, o condicionamento físico e a circulação sanguínea, fatores que influenciam diretamente no desejo sexual.

Além disso, atividades como ioga, caminhada, musculação, pilates e exercícios cardiovasculares ajudam a reduzir o estresse, melhorar o humor e favorecer a liberação de substâncias relacionadas à sensação de prazer, bem-estar e relaxamento.

Outro ponto importante é que o exercício também pode contribuir para uma melhor percepção corporal, o que ajuda muitas mulheres a se sentirem mais confiantes e conectadas com o próprio corpo.

3. Pompoarismo

O pompoarismo é um exercício para fortalecer a musculatura vaginal e do assoalho pélvico, região importante para favorecer o prazer sexual e ajudar no aumento da libido feminina.

Quando praticado corretamente, ajuda a melhorar a consciência corporal, favorecer o prazer durante a relação e contribui para o aumento da libido feminina. O pompoarismo também pode auxiliar na prevenção e no controle da incontinência urinária e fecal.

4. Fazer exercícios de Kegel

Os exercícios de Kegel consistem em contrair e relaxar os músculos do assoalho pélvico, que sustentam a bexiga, o útero e a região íntima.

Essa prática ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo na região genital, aumenta a lubrificação e fortalece a musculatura íntima, o que pode melhorar o prazer sexual e reduzir o desconforto durante o sexo.

5. Manter uma alimentação saudável

Manter uma alimentação saudável pode ajudar a melhorar a libido feminina favorecendo a circulação sanguínea, os níveis de energia e o equilíbrio hormonal. Por isso, vale priorizar frutas, vegetais, legumes, grãos integrais e fontes de proteína magra no dia a dia.

Também é importante reduzir o consumo excessivo de açúcar, gorduras saturadas, alimentos industrializados e ultraprocessados, já que esse padrão alimentar pode prejudicar a saúde metabólica e favorecer alterações como a resistência à insulina.

Em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, esse desequilíbrio pode estar relacionado a alterações hormonais e à diminuição do desejo sexual.

6. Comer alimentos afrodisíacos

Alguns alimentos afrodisíacos podem ajudar a aumentar a libido da mulher por contribuírem com a circulação sanguínea, bem-estar e disposição.

Entre os alimentos estão a pimenta, gengibre, mel, ginseng, açafrão, cacau, oleaginosas e frutas ricas em antioxidantes. Esses alimentos são ricos em compostos bioativos que favorecem a saúde vascular, o metabolismo energético e a resposta do organismo ao estresse.

7. Tomar sol nos horários adequados

A exposição ao sol no início da manhã ou no final do dia, pode contribuir para a produção de vitamina D, nutriente importante para a saúde hormonal, óssea, imunológica e para o bem-estar geral.

A deficiência de vitamina D pode estar associada com alterações no humor, cansaço e falta de libido e desejo sexual.

Além disso, tomar sol pode ajudar na regulação do ritmo circadiano, favorecendo a qualidade do sono e a disposição ao longo do dia. Como sono, energia e saúde emocional também interferem no desejo sexual feminino, esse hábito pode fazer parte de uma rotina saudável para melhorar a libido.

8. Aumentar a lubrificação íntima

A lubrificação íntima adequada ajuda a reduzir o atrito durante a relação sexual, diminuindo desconfortos que podem afetar o prazer e o desejo sexual.

Quando há ressecamento vaginal, o uso de lubrificante pode ser uma alternativa para tornar a relação mais confortável. Esse cuidado pode ser especialmente útil em fases como menopausa, pós-parto, períodos de estresse ou uso de alguns medicamentos, que podem interferir na lubrificação natural.

No entanto, se o ressecamento vaginal for frequente, causar dor ou vier acompanhado de outros sintomas, é importante consultar um ginecologista para avaliar a causa e indicar o tratamento mais adequado.

9. Conhecer o próprio corpo

Conhecer o próprio corpo também pode ajudar a aumentar a libido feminina, já que facilita a identificação de preferências, estímulos e limites durante a relação.

A masturbação pode ser uma forma de autoconhecimento, pois permite que a mulher perceba o que gera mais prazer e conforto. Com isso, fica mais fácil comunicar ao parceiro ou parceira o que gosta, contribuindo para uma relação mais satisfatória.

10. Dedicar tempo ao parceiro

A qualidade do relacionamento pode influenciar diretamente a libido feminina. Por isso, dedicar tempo ao parceiro, conversar abertamente e criar momentos de conexão emocional pode ajudar a fortalecer a intimidade e aumentar o desejo sexual.

Atividades simples, como sair para passear, assistir a um filme juntos e jantar sem distrações, podem fazer a mulher se sentir mais amada, segura e valorizada na relação.

Além disso, demonstrações de afeto, toque físico e elogios também podem contribuir para que a mulher se sinta mais desejada, favorecendo a conexão emocional e sexual do casal.

11. Evitar álcool e cigarro

Evitar o consumo excessivo ou frequente de bebidas alcoólicas e parar de fumar também pode ajudar a aumentar a libido feminina.

Isso porque o álcool e a nicotina podem prejudicar a circulação sanguínea, reduzir a sensibilidade, dificultar a excitação e interferir na lubrificação vaginal e no orgasmo.

12. Fazer check-ups regulares

Alterações hormonais, diabetes, distúrbios da tireoide, deficiência de vitaminas e minerais, anemia, uso de alguns medicamentos e condições ginecológicas podem interferir no desejo e na libido da mulher.

Assim sendo, quando a falta de desejo sexual é persistente, surge de forma repentina ou vem acompanhada de outros sintomas, é importante buscar orientação médica. O acompanhamento com ginecologista ou outro profissional ajuda a investigar possíveis causas e indicar o tratamento mais adequado.

13. Investir nas preliminares

As preliminares podem ajudar a aumentar a libido feminina porque favorecem a excitação, a conexão com o parceiro e a lubrificação, tornando o contato íntimo mais prazeroso.

Dedicar mais tempo a esse momento, respeitar o ritmo da mulher e conversar sobre preferências e limites pode contribuir para melhorar o desejo sexual e a satisfação na relação.

7 suplementos e vitaminas para aumentar o desejo sexual feminino

Alguns suplementos e vitaminas, como feno grego, vitamina D e maca peruana, podem contribuir para o bem-estar, o equilíbrio hormonal, a disposição e outros fatores relacionados ao desejo sexual da mulher.

A libido feminina pode ser influenciada por deficiências nutricionais, alterações hormonais, cansaço, estresse excessivo e mudanças em fases como menopausa, pós-parto ou uso de anticoncepcionais. Por isso, em alguns casos, a suplementação pode ser uma estratégia complementar para ajudar o organismo a funcionar melhor.

A seguir, veja alguns suplementos e vitaminas que podem ajudar a melhorar a libido feminina de forma saudável:

Suplemento Possível benefício Evidência Atenção
Maca Peruana
  • Aumento do desejo e função sexual
  • Estudo piloto (n=20); resultados promissores
  • Avaliação individual necessária
Vitamina D
  • Equilíbrio hormonal; associada à libido em mulheres com deficiência
  • Estudos observacionais; corrigir deficiência ajuda
  • Dosar antes de suplementar
Arginina
  • Melhora circulação genital via óxido nítrico
  • Revisão sistemática sugere benefício
  • Interações medicamentosas possíveis
Ginseng
  • Apoio ao desejo, especialmente na pré e pós-menopausa
  • Estudos pequenos; promissor
  • Não usar sem orientação
Feno grego
  • Equilíbrio hormonal; alívio de sintomas da menopausa
  • Estudo clínico randomizado publicado
  • Dosar hormônios antes
Ginkgo biloba
  • Melhora do fluxo sanguíneo genital
  • Evidência preliminar
  • Cuidado com anticoagulantes
Vitamina C
  • Saúde vascular e bem-estar geral
  • Indireta; suporte ao organismo
  • Doses altas podem causar desconforto GI

1. Maca Peruana

A maca peruana tem se tornado cada vez mais popular por seus benefícios para a saúde feminina. Pesquisas mostram que ela pode ajudar a aumentar a libido e melhorar a função sexual.

Um estudo analisou os efeitos da maca em 20 mulheres com idade média de 36 anos. Elas foram divididas em dois grupos: um tomou 1,5 g de maca por dia e, o outro, uma dose maior de 3,0 g/dia. Durante 12 semanas, os pesquisadores acompanharam a libido e a função sexual das participantes usando duas escalas de avaliação.

Os resultados mostraram que as mulheres que consumiram 3,0 g/dia de maca peruana tiveram um aumento significativo na libido e na função sexual. A pontuação na escala de avaliação caiu de 22,8 para 16,9, indicando melhora na disfunção sexual.

Além disso, outro teste também apontou benefícios, com destaque para o aumento do desejo sexual. Já o grupo que tomou 1,5 g/dia, não apresentou mudanças significativas.

2. Vitamina C

Além de ser essencial para o sistema imunológico e para a produção de colágeno, a vitamina C também participa da saúde dos vasos sanguíneos e ajuda a proteger as células contra o estresse oxidativo.

Embora não atue diretamente como estimulante sexual, esse nutriente pode favorecer disposição, bem-estar e equilíbrio geral, fatores que influenciam indiretamente a libido feminina.

3. Vitamina D

Considerada uma das vitaminas mais eficazes para aumentar o desejo sexual feminino, a vitamina D tem um papel essencial na regulação hormonal.

A ciência mostra que baixos níveis de vitamina D estão associados a uma falta de libido feminina. A correção desses níveis pode ajudar a melhorar a motivação sexual, fazendo da vitamina D uma verdadeira aliada da saúde sexual feminina.

4. Arginina

A arginina tem um papel crucial no aumento da libido feminina. Esse aminoácido estimula a produção de óxido nítrico, que melhora a circulação sanguínea e promove o aumento da excitação sexual.

De acordo com um estudo, a suplementação com arginina melhora não só o desejo sexual, mas também a secura vaginal e a frequência das relações sexuais.

5. Ginseng

O ginseng é amplamente conhecido por seus efeitos energizantes e sua capacidade de melhorar a circulação. Estudos mostram que o ginseng pode ser eficaz para melhorar o desejo sexual feminino, especialmente em mulheres na pré e pós-menopausa.

A suplementação com ginseng pode ajudar a equilibrar os níveis hormonais, aumentando a motivação sexual e melhorando a resposta física ao sexo.

6. Ginkgo biloba

O Ginkgo biloba é famoso por melhorar o fluxo sanguíneo e otimizar o sistema de óxido nítrico no corpo, o que tem um impacto direto na função sexual feminina. A suplementação com Ginkgo Biloba tem mostrado resultados positivos no aumento da libido, proporcionando uma circulação melhorada e maior excitação sexual.

7. Feno grego

O feno grego é uma planta natural com uma rica composição de vitaminas, minerais e fitoquímicos. Estudos clínicos sugerem que o feno grego pode ser eficaz no aumento da libido feminina, ajudando a equilibrar os níveis hormonais e melhorar a saúde sexual. Ele também é útil para aliviar sintomas da menopausa, que frequentemente reduzem o desejo sexual.

Libido feminina na menopausa: o que muda e o que ajuda

A menopausa é uma das fases que mais afetam a libido feminina, porém não precisa ser sinônimo de fim da vida sexual.

A queda de estrogênio e testosterona reduz a lubrificação vaginal, pode causar desconforto durante o sexo (dispareunia) e diminui o desejo. A atrofia vulvovaginal é comum e tratável

O que pode ajudar na menopausa:

  • Lubrificantes vaginais e hidratantes íntimos (uso regular, não apenas durante o sexo)
  • Exercícios de assoalho pélvico para manter a vascularização e o tônus
  • Reposição hormonal (TRH), quando indicada pelo ginecologista
  • Suplementação de vitamina D, maca peruana ou feno grego, com avaliação individual
  • Acompanhamento psicológico, se a menopausa trouxer impacto emocional significativo

8 causas da falta de libido feminina

A falta de libido feminina pode estar relacionada a diferentes fatores, como estresse, alterações hormonais, sono inadequado, deficiências nutricionais, uso de medicamentos e questões emocionais.

Por isso, antes de buscar formas de aumentar o desejo sexual na mulher, é importante entender o que pode estar reduzindo a libido e se há alguma condição que precise de acompanhamento profissional.

A seguir, veja 8 causas comuns da falta de libido nas mulheres e como elas podem afetar o desejo sexual feminino.

1. Problemas de saúde

Doenças crônicas e condições médicas podem ter um impacto significativo na libido feminina. Entre as principais condições que afetam o desejo sexual estão:

  • diabetes: pode afetar a circulação sanguínea e os nervos, prejudicando a resposta sexual;
  • hipertensão e problemas cardíacos: a pressão arterial elevada pode reduzir o fluxo sanguíneo para os órgãos genitais, afetando a excitação sexual;
  • doenças neurológicas: condições, como esclerose múltipla ou lesões na medula espinhal, podem prejudicar a função sexual.

2. Obesidade

O excesso de peso pode afetar os níveis hormonais e a autoestima, o que impacta diretamente a libido. Além disso, a obesidade está frequentemente associada a outras condições que afetam o desejo sexual, como diabetes e hipertensão.

3. Distúrbios de sono

A falta de sono de qualidade interfere na produção hormonal, afetando o desejo sexual. A privação do sono pode aumentar os níveis de cortisol (hormônio do estresse), o que pode reduzir a motivação para o sexo.

4. Uso de medicações controladas

Certos medicamentos, como antidepressivos, ansiolíticos e medicamentos para pressão alta, podem ter efeitos colaterais que reduzem a libido. Esses efeitos variam conforme o medicamento e a reação individual do organismo, e devem ser discutidos com um médico.

5. Questões emocionais

A saúde emocional desempenha um papel crucial no desejo sexual. Questões emocionais podem afetar a forma como a mulher se sente em relação ao sexo, tais como:

  • depressão e ansiedade: essas condições podem reduzir a energia, o interesse e a capacidade de se envolver emocionalmente durante o sexo;
  • estresse: a pressão constante no trabalho, na vida pessoal ou no ambiente familiar pode drenar a energia emocional, afetando o desejo sexual;
  • histórico de trauma sexual: experiências de abuso ou trauma podem levar a dificuldades em se conectar sexualmente com um parceiro.

6. Problemas de relacionamento

A qualidade do relacionamento também é uma das principais causas da falta de libido feminina. Alguns fatores incluem:

  • conflitos mal resolvidos: desentendimentos não resolvidos podem criar barreiras emocionais que dificultam a intimidade sexual;
  • desconfianças: a falta de confiança pode prejudicar a conexão sexual e afetar a disposição para o sexo;
  • falta de conexão emocional com o parceiro: sentir-se desconectada ou distante do parceiro pode diminuir o interesse sexual;
  • problemas de comunicação: a falta de comunicação aberta sobre desejos e expectativas sexuais pode criar mal-entendidos, resultando em uma queda no desejo sexual.

7. Questões hormonais

Os hormônios desempenham um papel crucial no desejo sexual feminino. Oscilações hormonais podem ser causadas por:

  • ciclo menstrual: mudanças hormonais ao longo do ciclo menstrual podem influenciar o desejo sexual;
  • gravidez e pós-parto: durante a gravidez e após o parto, os níveis hormonais flutuam, o que pode resultar em uma queda na libido;
  • menopausa: a redução de estrogênio durante a menopausa pode afetar a lubrificação vaginal e reduzir o desejo sexual;
  • uso de pílulas anticoncepcionais: algumas mulheres relatam uma diminuição na libido devido ao uso de contraceptivos hormonais.

8. Alimentação e estilo de vida

A alimentação e o estilo de vida podem ter um impacto significativo na libido feminina. Fatores alimentares incluem:

  • alimentação com alta carga glicêmica e industrializados: dietas ricas em alimentos processados e com alto índice glicêmico podem afetar a saúde hormonal e a circulação sanguínea, prejudicando a libido;
  • excesso de consumo de cafeína: o consumo excessivo de cafeína pode aumentar os níveis de estresse e afetar os padrões de sono, impactando a libido.

Entender essas causas é essencial para identificar qual fator pode estar interferindo no desejo sexual. Com isso, é possível buscar as soluções mais adequadas para restaurar a libido e melhorar a saúde sexual.

Quando a falta de libido feminina precisa de avaliação médica?

Nem toda queda no desejo sexual exige consulta imediata. Mas alguns sinais indicam que é hora de buscar ajuda profissional:

  • A baixa libido persiste por mais de 3 meses sem causa aparente
  • O desejo caiu de forma súbita e significativa
  • Há dor durante o sexo ou ressecamento vaginal frequente
  • Você sente cansaço extremo, ganho de peso inexplicado ou queda de cabelo
  • A queda coincidiu com início de um medicamento ou anticoncepcional
  • A falta de desejo está causando sofrimento ou impactando o relacionamento
  • Outros sintomas acompanham a queda de libido: alterações de humor, fogachos, insônia

O ginecologista é o ponto de partida. Ele pode solicitar exames hormonais, avaliar o uso de medicamentos e indicar encaminhamento para endocrinologista, psicólogo ou fisioterapeuta pélvica, conforme a causa identificada.

Referências

Este conteúdo possui caráter informativo e é baseado em literatura científica. O uso de suplementos alimentares deve ser avaliado por profissional de saúde, especialmente em casos de gestantes, lactantes, pessoas com condições clínicas ou em uso de medicamentos. A rotulagem dos produtos segue as diretrizes regulatórias da Anvisa.

Foto de Rafaela Fürst Galvão

Conteúdo criado por especialista:

Rafaela Fürst Galvão

Nutricionista

Este artigo foi escrito por Rafaela Fürst Galvão, nutricionista (CRN 10 – 11807), formada pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) e também em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela ESPM-SUL. É pós-graduada em Nutrição Comportamental e Clínica pela Faculdade Uniguaçu. Atua há 9 anos com comunicação e produção de conteúdo em saúde, unindo nutrição clínica ao compromisso de tornar o conhecimento científico mais acessível e relevante para a população.

Saiba mais sobre Rafaela Fürst Galvão

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