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Anemia hemolítica: o que é, sintomas, causas e tratamento

Todos os dias uma certa quantidade de glóbulos vermelhos do sangue é destruída e, novas células sanguíneas são produzidas pela medula óssea. Quando a destruição dos glóbulos vermelhos ultrapassa a produção dessas células pela medula óssea, ocorre anemia hemolítica. Esse tipo de anemia é causada pelo aumento do catabolismo da hemoglobina, diminuição dos níveis de hemoglobina e aumento dos esforços da medula óssea para regenerar a produção dessa célula sanguínea.

Acontece que os glóbulos vermelhos (hemoglobina) têm a importante missão de transportar oxigênio dos pulmões para o coração e para todo o corpo. Em função desse desequilíbrio entre destruição e síntese de hemoglobina, a anemia hemolítica provoca diversos sintomas clínicos típicos que interferem na qualidade de vida. Mas, felizmente existe tratamento e controle dos sintomas! Quer saber mais sobre esse tipo de anemia? Acompanhe a seguir!

O que é anemia hemolítica

Conforme estimativas, a anemia hemolítica ocorre em 1 a 3 pessoas por 100.000 habitantes anualmente, portanto é uma condição considerada incomum. Esse tipo de anemia se dá quando os glóbulos vermelhos são destruídos mais rapidamente do que podem ser substituídos. Esse processo desequilibrado pode se desenvolver lentamente ao longo do tempo ou ocorrer de forma aguda oferecendo potenciais riscos de vida.

A anemia hemolítica pode afetar diversos sistemas e órgãos no corpo todo e, à medida que as células sanguíneas são destruídas, seus produtos causam uma cadeia de reações que levam a mais complicações. Quando órgãos e tecidos são privados de sangue, são privados também de oxigênio, portanto pode ocorrer sintomas como fadiga, dores musculares, fraqueza, entre outros. Saber o que é anemia hemolítica e quais são os sintomas, é super importante para evitar piores desfechos clínicos.

Sintomas de anemia hemolítica

Os sintomas de anemia hemolítica são basicamente os mesmos da anemia ferropriva, que é o tipo mais comum de anemia, entretanto é possível ter sintomas adicionais se a anemia hemolítica for causada por alguma condição subjacente ou se atingir um nível mais grave. Os principais sintomas de anemia hemolítica são:

  • fraqueza;
  • tontura;
  • mudanças de humor;
  • unhas quebradiças;
  • cansaço extremo;
  • dor de cabeça;
  • taquicardia;
  • palidez.

À medida que a condição progride, os sintomas se tornam mais graves e incluem:

  • alterações cardíacas (aumento da frequência cardíaca ou sopro cardíaco);
  • urina escura;
  • baço aumentado;
  • fígado aumentado;
  • pele, olhos e boca amarelados (icterícia);
  • febre.

É importante saber que os sintomas da anemia hemolítica podem se parecer com outras condições sanguíneas e, cada pessoa pode experimentar sintomas diferentes.

Causas

A anemia hemolítica pode ser hereditária ou adquirida. Isso significa que há indivíduos que nascem com esse tipo de anemia e outros podem desenvolver essa condição mais tarde. Aqueles que herdam a anemia hemolítica já nascem com a produção de glóbulos vermelhos disfuncionais.

A anemia hemolítica adquirida pode se desenvolver por várias razões, como quando o baço retém e destrói glóbulos vermelhos saudáveis ou por um distúrbio autoimune como o lúpus eritematoso sistêmico (LES). A rápida destruição da hemoglobina também pode ocorrer devido a:

  • infecções;
  • tumores;
  • efeitos colaterais de medicamentos;
  • leucemia;
  • linfoma;
  • hepatite infecciosa;
  • febre tifóide;
  • vírus de Epstein Barr.

Essas causas da anemia hemolítica adquirida estão relacionadas a problemas subjacentes, por isso, qualquer pessoa de qualquer idade pode desenvolver anemia hemolítica.

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Tratamento

Os principais objetivos do tratamento da anemia hemolítica são:

  • aumentar a contagem de glóbulos vermelhos;
  • reduzir ou interromper a destruição dos glóbulos vermelhos;
  • tratar a causa subjacente da condição.

Assim sendo, os tratamentos disponíveis para esse tipo de anemia incluem:

Transfusão de sangue

Dependendo da gravidade, estudos apontam que intervenções imediatas como a transfusão de sangue podem ser necessárias. Quando há sangramento ativo e anemia hemolítica está em estado agudo grave, as transfusões de sangue serão sempre o tratamento de base.

Medicamentos corticóides

Alguns medicamentos podem ser ótimos recursos para melhorar certos tipos de anemia hemolítica, como a anemia hemolítica autoimune. De acordo com estudos, medicamentos corticosteróides, como a Prednisona, podem interromper ou limitar a capacidade do sistema imunológico de produzir anticorpos contra os glóbulos vermelhos.

Transplante de células-tronco de sangue e medula

O transplante de células-tronco de sangue e medula serve para substituir as células-tronco danificadas por outras saudáveis (de um doador). Uma vez que as células-tronco estão no organismo, elas se encaminham para a medula óssea que começa a produzir novas células sanguíneas. Segundo um estudo, esse procedimento não é comum apesar de mostrar taxas altas de remissão da anemia hemolítica.

Suporte nutricional

Devido à presença simultânea de outros fatores desencadeantes, bem como a desregulação imunológica, a deficiência nutricional é uma condição comum entre todos os tipos de anemia, incluindo a hemolítica. Sendo assim, quem tem anemia hemolítica precisa de suporte nutricional.

Estudos apontam que o manejo nutricional da anemia envolve geralmente o reforço ou reposição de ferro, vitamina B12 e ácido fólico (B9). Esses três micronutrientes estão envolvidos no processo de produção e maturação dos glóbulos vermelhos sendo fundamentais para a saúde sanguínea. Por isso recomenda-se a ingestão de alimentos e/ou suplementos que forneçam quantidades adequadas desses nutrientes e, nesse contexto, superfoods como a Spirulina, se destacam!

A Spirulina azul é uma cianobactéria comumente usada como suplemento alimentar, pois é rica em proteínas, carotenóides, vitaminas e minerais. Segundo um estudo, a Spirulina está entre os suplementos dietéticos mais nutritivos disponíveis, pois é capaz de modular a produção de citocinas pelas células do sangue. Os achados do estudo sugerem que a suplementação diária com Spirulina, pode ser benéfica para as principais variáveis ​​associadas à anemia.

Além disso, é fundamental que os pacientes com anemia hemolítica sejam avaliados anualmente em relação a ingestão adequada de cálcio, vitamina D, folato, minerais (cobre, zinco e selênio) e vitaminas antioxidantes (E e C). O suporte nutricional é um fator que pode amenizar os sintomas da anemia e melhorar muito a qualidade de vida do paciente.

Texto escrito por Rafaela Galvão, nutricionista graduada pela Unisul e publicitária graduada pela ESPM-SUL. Desenvolve projetos de comunicação e produção de conteúdo para a área da saúde desde 2016.

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